Política

Fora de lista da Fundação Palmares, Marina Silva reage à críticas

Foto: Reprodução/O Globo
O presidente da Fundação Cultural Palmares, Sérgio Camargo, afirmou na última terça (14) que a ex-ministra seria negra "por conveniência"

O presidente da Fundação Cultural Palmares, Sérgio Camargo, afirmou na última terça-feira (13) que a ex-ministra do Meio Ambiente e ex-senadora Marina Silva (Rede), os deputados David Miranda e Talíria Petrone (ambos do PSOL-RJ), o ex-deputado Jean Wyllys e a cantora Preta Gil declaram-se negros “por conveniência” e que nenhum político vivo merece homenagem da instituição.

Em resposta às críticas, Marina Silva, afirmou que ele apenas presta um serviço para o presidente da República, Jair Bolsonaro, após ela e outras personalidades terem sido excluídas da lista de pessoas negras da fundação pelo motivo de “não tem contribuição relevante para a população negra do Brasil”. Ela ainda disse que identifica na ação a estratégia de Camargo para conseguir prestígio perante o chefe do Executivo. “São as mãos, os olhos e e os ouvidos do Bolsonaro”, destacou a ex-ministra.

Sérgio Camargo, presidente da Fundação Palmares, excluiu Marina Silva da lista de pessoas negras da fundação
Sérgio Camargo, presidente da Fundação Palmares, excluiu Marina Silva da lista de pessoas negras da fundação – Foto: Sérgio Lima/Poder360

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Em entrevista ao Metrópoles, a ex-senadora afirmou que vê uma “visão autoritária” no ato de exclusão de seu nome da lista.  “O presidente da Fundação Palmares resolveu decretar quem é negro e quem não é negro. Os serviçais que prestam a esse tipo de serviço não são os mais relevantes. São somente repetidores de quem tem poder para deixar que ele esteja à frente de uma instituição. O que ele quer é apenas agradar quem se sente contemplado com esse tipo de ação. O pior dos mundos e é isso que ele quer, é que as pessoas fiquem polarizando com ele. A gente tem que colocar a questão no seu devido lugar”, relatou.

Ela ainda identifica na ação a marca do governo de Bolsonaro, que, segundo ela, é “destruir e esvaziar” as instituições. “Quem autoriza, quem chancela, quem alimenta e quem dá mandato é o presidente da República. Tanto Sérgio Camargo quanto o ministro do Meio Ambiente (Ricardo Salles) acham que estão prestando um serviço. É assim que eles se sentem cacifados. Fizeram algo que vai deixar o chefe feliz”, avaliou.

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