Rostand Paraíso - Foto: Arquivo/FolhaPE
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Rostand Paraíso, da APL, morre após passar mal

O médico e escritor Rostand Carneiro Leão Paraíso morreu, na madrugada desta quarta-feira (10), aos 89 anos. Cardiologista e presidente do British Country Club do Recife por mais de cinco gestões, ele estava internado no Real Hospital Português, desde a manhã de terça (9), em decorrência de problemas cardíacos.

O velório acontece na manhã desta quarta-feira (10), na sede da Academia Pernambucana de Letras, nas Graças. Ele, aliás, ocupava a cadeira de número 14 de acadêmicos da APL. O local e horário do sepultamento ainda não foram definidos pela família.

Segundo a família de Rostad, ele passou a manhã da terça (9) jogando com amigos no British Country Club, mas sentiu-se mal e foi encaminhado ao hospital. Os exames mostraram problemas no coração e os médicos optaram por realizar uma cirurgia. O falecimento aconteceu por volta das 00h30, desta quarta (10), antes do procedimento cirúrgico.

Confira o comunicado da Academia Pernambucana de Letras na íntegra:

“É com grande pesar que a Academia Pernambucana de Letras recebe a notícia do falecimento do médico, escritor memorialista, cronista brasileiro, o acadêmico Rostand Carneiro Leão Paraíso. O acadêmico morreu aos 89 anos, no fim da noite de ontem, terça-feira (9), no Real Hospital Português em decorrência de problemas cardíacos. O velório será nesta manhã a partir das 9h, na sede da Academia Pernambucana de Letras. A família ainda não divulgou o local do sepultamento”.

A vida de Rostand Paraíso

Rostand Paraíso nasceu no dia 26 de fevereiro de 1930. Ele era filho do professor Othon Paraíso e se formou em medicina em 1953, na extinta Faculdade de Medicina do Recife. Além de ter a carreira voltada à cardiologia, fundando o Instituto do Coração de Pernambuco com o médico Carlos Moraes, também se dedicou ao ensino e à literatura.

Ele era integrante da Sociedade Brasileira de Médicos Escritores desde 1993. Posteriormente, se tornou Acadêmico da Academia Pernambucana de Letras (APL) desde 2000. Nos 14 títulos dos quais ele escreveu, o Recife foi um dos principais temas.

 

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