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Futebol, tênis e beisebol se unem à NBA em protesto antirracista

Futebol, tênis e beisebol se unem à NBA em protesto antirracista
Atletas lideram manifestações antirracistas nos esportes - Foto: Montagem Reprodução.
Atletas se recusam a jogar em manifestação histórica.

Após jogadores da NBA, a liga de basquete americana, recusarem-se a entrar em quadra na noite da quarta-feira (26), atletas de outros esportes também aderiram à manifestação que combate o racismo nos Estados Unidos. Nesta quinta-feira (27), as ligas de beisebol e futebol, além da tenista Naomi Osaka, número 10 do mundo, também pararam suas atividades.

Os protestos são motivados pelo caso do americano Jacob Blake, um homem negro de 29 anos, que recebeu sete tiros de policiais brancos, pelas costas, no último domingo (23). Ele foi baleado em frente aos filhos, na cidade de Kenosha, no estado de Wisconsin, quando tentava apartar uma briga entre duas mulheres e foi abordado pelos agentes de segurança.

Futebol, tênis e beisebol se unem à NBA em protesto antirracista
Jogadores de basquete, incluindo LeBron James (segundo à esquerda), protestam durante hino americano na NBA — Foto: Jesse D. Garrabrant/NBAE via Getty Images.
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A cena foi filmada e causou revolta nas redes sociais, reacendendo os protestos iniciados com a morte de George Floyd, homem negro de 46 anos sufocado até a morte por um oficial branco na cidade de Minneapolis. O caso aconteceu em maio e também gerou manifestação entre atletas norte-americanos. Jogadores da NFL, a liga profissional de futebol americano, ajoelharam-se durante a execução do hino nacional. E o piloto Lewis Hamilton, por sua vez, também protagonizou uma série de protestos antirracistas durante as corridas da Fórmula 1.

Futebol, tênis e beisebol se unem à NBA em protesto antirracista
Eric Reid (esq.) e Colin Kaepernick, atletas do San Francisco 49ers, ajoelham em forma de protesto durante a execução do hino nacional americano – Foto: Thearon W. Henderson/Getty Images.
Lewis Hamilton durante protesto no GP da Áustria – Foto: Mark Thompson/Pool via REUTERS.

O primeiro protesto, na noite dessa quarta, foi liderado pelos jogadores do Milwaukee Bucks. Eles anunciaram o boicote aos jogos dos playoffs e a reação em cadeia já se torna histórica. LeBron James, astro do Los Angeles Lakers, também tornou-se uma das vozes mais ativas nos protestos antirracistas nos Estados Unidos.

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A tenista japonesa Naomi Osaka também se recusou a entrar em quadra na semifinal do torneio de Cincinnnati, no estado americano do Ohio. “Antes de ser atleta, eu sou uma mulher negra. E como uma mulher negra, sinto que há coisas mais importantes nesse momento que requerem imediata atenção, mais do que me assistirem jogar tênis”, escreveu a jogadora em suas redes sociais.

Naomi Osaka se pronunciou nas redes sociais – Foto: Al Bello/Getty Images.

No beisebol, o jogador Dominic Smith, do New York Mets, ajoelhou-se durante o Hino Nacional executado antes do duelo contra o Miami Marlins na quarta-feira. “- Tenho ficado muito emotivo, só por ver isso ainda acontecendo. Foi um longo dia para mim. Eu não estava lá mentalmente, mas vou ficar bem. A parte mais difícil é ver que as pessoas ainda não ligam. Para isso continuamente acontecer, só mostra o ódio que as pessoas têm em seus corações. Isso é terrível. Ser negro na América não é fácil”, comentou.

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Dominic Smith, dos Mets, se ajoelha antes de jogo durante o Hino Americano – Foto: Reprodução.

Também na quarta, os times da MLS, liga de futebol dos Estados Unidos, aderiram aos protestos e recusaram-se a entrar em campo. Os jogadores foram aos gramados e protestaram vestindo camisas com os dizeres “black lives matter” (“vidas negras importam”). Pouco tempo depois, retornaram aos vestiários.

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Jogadores de futebol protestaram nos EUA – Foto: Jeffrey Swinger-USA TODAY Sports.
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Com os protestos inciados pelos atletas, os clubes e as entidades esportivas têm adiado as competições. A diretoria da equipe de Milwaukee, emitiu uma nota oficial sobre a decisão do time não entrar em quadra diante do Orlando Magic. “Nós apoiamos completamente a decisão dos nossos atletas. Embora não soubéssemos de antemão, teríamos concordado com eles mesmo assim. A única maneira de conseguir mudanças é colocar luz às injustiças raciais que estão acontecendo diante de nós. Nossos jogadores fizeram isso e estaremos ao lado deles para exigir responsabilidade e mudança”, dizia o comunicado.

Atletas se ajoelham durante hino nacional americano – Foto: Mike Ehrmann/Getty Images.

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