À mesa

Flavia Mindelo oferece o melhor da queijaria artesanal brasileira

Foto: Bianca de Paula
São mais de 60 tipos de queijos, além de embutidos, geleias e azeites, garimpados em Pernambuco, São Paulo e Minas Gerais.

Por Bruno Albertim

Do limão, ela fez a famosa limonada. Sócia do chef Claudio Manoel num buffê por mais de dez anos, Flavia Mindelo, como tantos outros, viu os negócios minguarem na pandemia. Colocou, então, em prática o conceito do “Farm to table”, ou seja, da produção diretamente da fazenda para a mesa, começou a garimpar e a visitar produtores Brasil adentro e, hoje, sua loja virtual Mercearia Artesanal é, na prática, um das principais vitrines da nova queijaria artesanal brasileira.

Não há, de fato, serviço semelhante em Pernambuco. São mais de 60 tipos de queijos, além de embutidos, geleias e azeites, garimpados em Pernambuco, São Paulo e Minas Gerais, principalmente. E pra quem acha que brasileiro não sabe ainda fazer queijo como o europeu, uma informação bem recente: esta semana, o Brasil conquistou 57 medalhas no Mondial du Fromage et des Produits Laitiers, de Tours, na França, num total de 46 países escritos no mundial de queijos.

Entre as amostras, há preciosidade desse novo cenário do queijo artesanal feito no Brasil. Seja o queijo de cabra levemente maturado em carvão feito, massa suave, em Pernambuco com a marca Du Francês, os tipo parmesão de Goa, no Sul de Minas, ou a produção da premiada fazenda paulistana Santa Luzia. Dali, saem artigos como o Tropeiro, um queijo maturado por até 6O dias que leva uma ligeira camada de cinza para propiciar o amadurecimento sem aparição do mofo, ou o Dionísio, um queijo cuja presença da bactéria lines cofere um aroma muito intenso e cremosidade além da curva. Ou o Tulha, produzido na paulistana Fazenda Atalaia. Usado por chefs como Alex Atala, um queijo que matura nas tulhas de café e tem massa marcada pela presença dos “cristais” de tirosina que “estouram” na boca.

“Hoje, o Brasil usa a tradição e o conhecimento europeus a seu favor, desenvolvendo queijos únicos com vários terroires diferentes na mesma região”, diz Flávia. Entre os artigos garimpados pela moça, estão os embutidos da Fazenda Yaguara, as geleias da querida Beth Itamar e as terrines – incríveis, diga-se de passagem – de pato ou de campanha da polivalente Lou Melo, ex-Maison do Bonfim. Vale à pena conferir o portfólio, sempre sazonal, na Mercearia Artesanal.

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