À mesa

Cozinha italiana de qualidade no delivery da Dani

Lasanha bolonhesa, de 500g, que sai congelada para que o cliente leve-a ao forno em casa. (Foto: Divulgação)
Nesta quarentena, a chef Dani Johnnei continua fazendo um trabalho primoroso

Por Bruno Albertim – colaboração

Quando estive lá pela primeira vez, a Trattoria da Dani me impressionou pelo conjunto de harmonias – e por destruir alguns clichês. Jovem, bonita, afável, a proprietária e chef Dani Johnnei não se encaixa no estereótipo da nonna de avental enfarinhado ou do cozinheiro com ar de cappo, talentoso e arrogante de suas tradições, as que costumam conferir credibilidade quando o assunto é cozinha italiana de raiz.

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Na ambiência, a trattoria é um patchwork de delicadezas. Uma casa modernista que já serviu de residência para a família da chef, num trecho de Casa Amarela onde o bairro é puro acolhimento, móveis sem afetação, de estética quase escolar, memorabília pessoal, plantas, objetos de cozinha e embalagens de produtos emblemáticos, como a mostrar que a cozinha ali é de afeto.

(Foto: Divulgação)

Nas panelas, contudo, Dani entrega uma gastronomia que honra a robustez italiana: receitas vigorosas, simples de se entender e de se comer, três ou quatro ingredientes em cada prato, articulados para sabores límpidos e potentes.

As massas, elásticas e acentinadas, exibem o trabalho manual vigoroso desde que ainda eram farinha. Os risotos, bem caldosos, textura indicando a coreografia adequeda no mexer do arroz para a liberação perfeita de amido. Carnes grelhadas e portentosas. Só uma chef com auto-confiança suficiente para investir em artigos tão elementares em noites temáticas como a Quinta do Tutano ou a Sexta da Bisteca. Tudo forte e, ao mesmo tempo, temperado pela delicadeza da chef – uma culinária de exuberância contida.

Na marmita, polpetone scom molho de tomate, muçarela e a bola de carne recheada para fritar em casa e servir. (Foto: Divulgação)

Nesta quarentena, a chef continua fazendo um trabalho primoroso. Com molhos e cortes de carnes congelados, massas e artigos de grande sucesso, como seu polpetone (R$ 27), uma portentosa bola de carne recheada com mozzarela e molho de tomate caseiro. Os molhos, aliás, vendidos em potinnhos, têm ampla gama. Do básico pomodoro (R$ 5,50 / 250 ml) ao “al al mare”, um molho pedaçudo de tomate com lula, camarão e mexilhão (R$ 32 / 500 ml), passaporte para um almoço de domingo memorável. Para os vegetarianos, há, por exemplo, uma lasanha de abobrinha, camponata e muçarela, ou um conchiglione de queijo e tomate (R$ 21,50 / 500 g, cada).

Para os carnívoros, a copa-lombo suína (adoro este corte, de gordura e maciez na medida) ao molho de mostarda (R$ 39 / 500 g) ou a picata de filé ao funghi (R$ 52 / 500 g), bem classicona para um belo tinto. Além de sobremesas, o restaurante entrega, aliás, quase toda sua carta de vinhos (há bons custos-benefício).

(Foto: Leo Malafaia/Arquivo Folha)

Quando acabar a quarentena, essa Tratoria da Danni vai ser um dos primeiros lugares a voltar (pelo carpaccio fresquinho e a massa finalizada dentro do próprio parmesão). Por enquanto, o delivery tem encurtado bem – e com qualidade – a distância. Toda a produção, aliás, é novinha. Tanto que as entregas são feitas apenas duas vezes por semana. E a a chef dá dicas ótimas de finalização no insta @trattoriadadani.

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