A morte da cantora Preta Gil, no último dia 20 de julho, aos 50 anos, continua comovendo o Brasil. Após mais de dois anos de luta contra um câncer colorretal com metástases, a artista faleceu em Nova York, nos Estados Unidos, onde tentava um tratamento experimental. Sem sucesso no procedimento, Preta planejava retornar ao Brasil, mas faleceu a caminho do aeroporto, antes de conseguir embarcar.
De acordo com o colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, a família já definiu o destino das cinzas da cantora. Em um gesto simbólico e afetivo, as cinzas de Preta Gil serão divididas entre familiares e amigos próximos. Cada um receberá uma pequena porção para guardar ou dar o destino que desejar, como forma de manter viva a memória da artista em diferentes cantos e corações.
Após o falecimento, o corpo da cantora passou por um processo de embalsamamento para ser transportado de volta ao Brasil. No dia 25 de julho, milhares de fãs se despediram da artista em um velório aberto ao público, realizado no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Em seguida, a cerimônia de cremação aconteceu em ambiente reservado à família.
Na última segunda-feira (28), foi celebrada a missa de sétimo dia de Preta Gil, na Igreja de Santa Mônica, no Rio de Janeiro. A cerimônia reuniu familiares e amigos famosos em um momento de emoção e homenagem à artista. Estavam presentes nomes como Gilberto Gil, Flora Gil, Flor Gil, José Gil e Francisco Gil — único filho da cantora. Também marcaram presença personalidades como Fernanda Montenegro, Maria Ribeiro, Carolina Dieckmann, Gloria Perez, Amora Mautner, Otávio Müller e Marcelo Serrado.
A despedida de Preta Gil mobilizou o país, refletindo o carinho que conquistou ao longo de sua trajetória como artista, ativista e figura pública. Sua luta contra o câncer foi marcada por coragem, dignidade e uma rede de afeto que permanece viva após sua partida.

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