Em uma ação cinematográfica, ladrões encapuzados invadiram o Museu do Louvre, em Paris, na manhã deste domingo (19), e roubaram joias da realeza francesa do século 19, avaliadas em milhões de euros. O crime ocorreu com o museu aberto ao público, o que tornou o episódio ainda mais surpreendente.
Segundo informações do Ministério Público da França, os criminosos entraram por uma janela, quebraram as vitrines onde estavam as joias e fugiram de moto. A operação foi executada com extrema rapidez e precisão: durou apenas sete minutos.
Ao todo, oito peças foram levadas, incluindo uma coroa, um colar, brincos e um broche que faziam parte da coleção da rainha consorte Maria Amélia. Uma das peças em destaque era uma coroa adornada com safiras e quase 2.000 diamantes, além de um colar com oito safiras do Sri Lanka e mais de 600 diamantes.
Apesar do impacto do roubo, o item mais valioso da coleção, o lendário diamante Regent — de 140 quilates e avaliado em cerca de US$ 60 milhões (R$ 377 milhões) —, não foi levado.
O Louvre amanheceu fechado nesta segunda-feira (20), causando transtornos e indignação entre turistas de todo o mundo. O museu, considerado o mais visitado do planeta, recebe cerca de 8 milhões de visitantes por ano.
Em resposta ao roubo, o Ministério do Interior da França determinou o reforço imediato da segurança em todos os principais museus do país, enquanto a promotoria tenta desvendar o mistério: quem está por trás do ousado roubo no coração de Paris — e como conseguiram escapar sem serem vistos.

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