Familiares, amigos e admiradores se reuniram na manhã desta sexta-feira (5), na sede social do Sport Club do Recife, para prestar as últimas homenagens a Alfredo Bertini. O economista, colunista da Folha de Pernambuco e criador do tradicional festival de cinema Cine PE morreu na quinta-feira (4), aos 65 anos, após não resistir a um procedimento de transplante de fígado.
Durante o velório, a produtora executiva do Cine PE e viúva de Alfredo, Sandra Bertini, emocionou-se ao falar sobre a trajetória e as qualidades do companheiro. Segundo ela, Bertini era uma pessoa admirada tanto no ambiente profissional quanto na vida pessoal.
Um homem generoso, um homem educado, um homem agregador. Ele era assim dentro da classe, era assim dentro de casa, conciliador, amável, generoso. Sempre dizendo ‘eu te amo’, sempre muito preocupado comigo”, declarou.
Além de relembrar a personalidade do marido, Sandra fez questão de tranquilizar aqueles que acompanham o Cine PE ao afirmar que o festival continuará sendo realizado. A produtora garantiu que o legado construído por Alfredo seguirá vivo nas próximas edições do evento, um dos mais importantes do calendário audiovisual brasileiro.
O velório acontece até às 14h desta sexta-feira. Em seguida, o corpo será levado para o Memorial Guararapes, onde está prevista a cremação, marcada para às 16h.
Morte
Bertini estava na Paraíba para a realização de um transplante de fígado, mas não resistiu após uma intervenção cirúrgica realizada na quarta (3).
Ele já havia passado pelo mesmo procedimento no último domingo (31), mas houve rejeição do órgão e foi necessária a realização de retirada do anterior para colocar o novo fígado.
Bertini deixou a esposa, Sandra, e os filhos, Patrícia e Vítor, além de três netos.

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