Abrindo o arco comemorativo do centenário do artista que dá nome ao museu-ateliê, a Oficina Francisco Brennand receberá, em agosto, uma itinerância da 36ª Bienal de São Paulo. A data do evento será divulgada em breve nos canais oficiais da Oficina Francisco Brennand.
É a primeira vez que um recorte da mostra mais importante da América Latina desembarca no Recife, cidade que converge com a proposta curatorial desta edição. Para o curador, Bonaventure Soh Bejeng Ndikung, o manguebeat foi uma das referências fundamentais para a concepção da exposição, pela lógica de cidade-estuário, onde coexistência, diversidade e criação moldam o território.
Para o presidente da Oficina, Marcos Baptista, receber a itinerância da Bienal de São Paulo, no ano em que se inicia a ampla programação do centenário de Francisco Brennand (que faria 100 anos em junho de 2027), reafirma o protagonismo da museu-ateliê na circulação e debates da arte contemporânea.
É uma grande satisfação sediar uma mostra dessa importância no circuito mundial pela oportunidade de ampliar diálogos entre a criação e o pensamento contemporâneo e o lugar onde Francisco Brennand construiu uma das obras mais singulares da arte brasileira e do mundo”, pontua.
Realizadas desde 2011, as itinerâncias tornaram-se uma extensão da Bienal de São Paulo, fazendo com que obras e debates apresentados no Pavilhão Ciccillo Matarazzo se reconfigurem em diálogo com contextos locais, possibilitando novas leituras e relações com públicos fora do eixo expositivo principal.



.gif)